quarta-feira, 22 de julho de 2015

A CRIANÇA E A COORDENAÇÃO MOTORA FINA

Atividade de pintura com as mãos

As atividades de intervenção desenvolvidas no Centro de Educação Infantil Professora Luiza Ferraz tiveram como eixo trabalhar a coordenação motora fina das crianças.
A coordenação motora fina é a capacidade de realizar movimentos cada vez mais precisos e apurados. A regente ficou bastante satisfeita com a nossa iniciativa, uma vez que ela pretendia investir nessa aprendizagem fundamental para as crianças da pré-escola.
A criança se envolve diariamente realizando movimentos de coordenação de motora fina, quando se têm a oportunidade de vivências significativas. As atividades artísticas proporcionam muito prazer ás crianças, sendo assim, favorecem o desenvolvimento da coordenação motora fina.   Portanto, decidimos planejar atividades que envolvessem o desenho, a colagem, a pintura, o movimento, bem como a interação entre as crianças.
        Propomos, então, a confecção da árvore das vogais.  As vogais foram impressas em letras grandes e em papel crepom.  As crianças produziam pequenas bolinhas, colavam na letra de papel crepom e, no final, colavam em uma árvore que confeccionamos com papel madeira.  A partir dessa intervenção, estimulamos as crianças a expressarem o que mais lhes chamaram a atenção e os sentimentos e as sensações provocadas, em relação às cores, o traçado, o efeito da colagem, a qualidade do recorte.
       Comprovamos como é importante realizar atividades que ajudam as crianças a confiar na capacidade que as mesmas têm em produzir, despertando a criatividade e permitindo que expressem, através da sua produção, suas emoções. Percebemos também, como as crianças gostam de apresentar suas produções artísticas - desenhos, colagens e pinturas.
É importante registrar também, como a utilização dos recursos - tesoura, cola, lápis de cor, giz de cera, tintas, revistas para colagem e massinha de modelar contribuem no alcance do objetivo esperado de trabalhar a motricidade fina das crianças.

Finalmente, foi um trabalho prazeroso, com resultados significativos para as crianças, pois atividades que envolvem a motricidade contribuem para o desenvolvimento infantil, ampliando a aprendizagem das crianças.

Por Vânia Moreira e Luana Silveira

terça-feira, 7 de julho de 2015

O PIBID NO CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL LAUDINEI SILVA NASCIMENTO

O PIBID marcou presença e deixou marcas positivas no primeiro semestre de 2015 no Centro de Educação Infantil Laudinei Silva Nascimento. Os projetos desenvolvidos pelos bolsistas foram de fundamental importância para o aprendizado das crianças, contribuindo, também, na reflexão sobre o papel de todos os envolvidos no processo de ensinar e aprender, dando um novo sentido ao que é trabalhado na escola.
As atividades planejadas e desenvolvidas por cada dupla de bolsista em sala de aula, envolveram conteúdos referentes a: movimento e musicalidade, literatura infantil, gênero, raça e ludicidade. Já se pode observar a relevância de cada intervenção em sala de aula e no espaço escolar como um todo. Os frutos colhidos ficaram claros não só no encerramento do semestre, mas ao longo do seu desenvolvimento no semestre.
Os relatos dos professores que receberam os bolsistas em sala de aula, refletem a importância do programa para a unidade escolar.  O que se espera é a continuidade do mesmo, visto os resultados significativos, de acordo com a avaliação dos professores, no desenvolvimento dos alunos em relação ao que é proposto como intervenção didática.

Casamento na roça, apresentado pelos bolsista na festa junina

Além das intervenções realizadas em sala de aula, com objetivos claros e coerentes com a realidade, o PIBID é um forte aliado da escola em todos os âmbitos da instituição. A presença dos bolsistas, marcam muito a rotina escolar de toda quarta-feira. Os alunos, funcionários e professores já aguardam a “novidade” do dia. Eles sempre nos surpreendem a cada encontro, pois encontraram nos projetos desenvolvidos pela escola um espaço para participarem, contribuindo sempre de forma lúdica e significativa.

Rodinha de leitura - Turma do Pré I

Constatamos, portanto, um saldo super positivo da relação Escola/Universidade e esperamos colher frutos ainda melhores no 2º semestre, que já vai começar! Acreditamos que a continuidade do Pibid, seja a porta para reflexões no âmbito educacional, profissional e pessoal, pois vários desdobramentos são realizados neste sentido, não só na escola em que atuamos, mas em nossos encontros semanais, presenciais e virtuais. 


Por: Débora Almeida Guimarães - Supervisora da Escola Laudinei Nascimento

A SIGNIFICÂNCIA DO CONTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Rodinha de leitura: contação de história com a caixinha kamishibai - Tuma do Pré II

A Literatura Infantil é de extrema importância para o desenvolvimento da criança, pois possibilita a sua inserção no mundo do imaginário e do prazer, favorecendo o conhecimento de si mesma. Segundo Paço (2009) os gêneros literários são caracterizados por meio do pensamento, interpretações, gestos, oralidade, grafia, narrativas e sons que levam a criança aos jogos dos sentidos.
Por meio das observações realizadas em sala de aula, percebemos a necessidade de uma participação maior das crianças durante a contação e a leitura de gêneros literários, pois entendemos que é de fundamental importância envolver a criança durante a realização dessa atividade.
Através do Kamishibai, originado no Japão e considerado como teatro de papel, em que se apresentam apenas imagens e a história é desenvolvida pelo contador, planejamos uma maior participação das crianças. Escolhemos, portanto, o conto “Elefante Cor de Rosa” com imagens bastante interessantes.
Durante a atividade, tiveram a oportunidade de participar, indicando qual seria a próxima cena e cada uma pôde expor o que imaginava, favorecendo a socialização entre as crianças e o desenvolvimento da oralidade. Em seguida, ilustraram as imagens e ficaram contentes e envolvidas com a realização da atividade, interrompendo-a para expor aos colegas a sua ilustração. No entanto, isso ocorreu de modo instantâneo, pois mesmo tendo como intuito que elas se sentissem participantes na realização da história, não tínhamos pretensão que estas indicassem as imagens que haviam pintado, mas que apenas se envolvessem na contação do conto.
Desse modo, percebemos que quando possibilitamos o envolvimento das crianças e planejamos atividades significativas, estas se dispõem a participarem da ação, sem que haja a necessidade de “obrigá-las”, pois, segundo o artigo 4º das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (2012 a criança é considerada como:


Sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.


Por: Angélica Santos e Rejane Pereira

segunda-feira, 22 de junho de 2015

ATIVIDADES DO PIBID E.I. PARA O ANO DE 2015




ORDEM
OBJETIVOS
ATIVIDADES
AÇÕES
PERIODICIDADE
CRONOGRAMA
01

- Avaliar a atuação do PIBID em 2014;
- Planejar e socializar ações para 2015

ENCONTRO COM A COMUNIDADE ESCOLAR

- Reflexão inicial – Universidade e escola
- Esclarecendo dúvidas sobre o PIBID
- Avaliação da ação dos bolsistas (alunos e supervisoras)
- Apresentação e discussão da proposta de trabalho para 2015
Anual

Primeira semana de março de 2015
02

-Compreender as concepções presentes nas práticas da unidade escolar


ESTUDO TIPO ETNOGRÁFICO
- Leitura do Regimento escolar e da proposta pedagógica
-Observar concepções da comunidade escolar relativas a: Concepção de educação infantil; interações entre crianças e crianças e crianças e adultos; questões de diversidade – etnia, gênero, NEE;
Anual

Segunda semana de março de 2015
03


- Identificar elementos do processo de ensinar e aprender que necessitam de intervenção

OBSERVAÇÃO PARTICIPANTE

Observar o processo de ensino e aprendizagem de acordo com o currículo da educação infantil :Linguagem oral, leitura, escrita; Movimento (motricidade, brincadeira, jogos) Matemática (jogos, situações problemas) Ciências Naturais e Sociais Artes (música, dança, teatro, artes visuais)


Semanal


Segunda e Terceira semana de março
04

-Analisar e discutir casos didático-pedagógicos e práticas articuladas com a experiência dos professores supervisores e os saberes sobre a escola.



PLANEJAMENTO COM DOCENTES

- Estudo/oficina com todos os docentes ( 30’)
- Socialização da intervenção realizada com as crianças para todos os docentes (15’)
- Planejamento da intervenção com a regente da classe ( 15’)
Mensal



Março a dezembro de 2015
05
-Relatar experiências e atividades desenvolvidas no programa

DIÁRIO DE CAMPO
- Produzir registros: intervenção realizada com as crianças, planejamento com docentes, encontros semanais
Semanal

Março a dezembro de 2015
06

- Alimentar o sistema moodle

ACESSO AO MOODLE

- Acessar o moodle para postar plano de aula, imagens, diários de campo, dentre outros
Semanal

Março a dezembro de 2015
07


- Aprofundar a leitura e discussão de referenciais teóricos relacionados a Educação Infantil



RODA DE ESTUDO

- Estudo da obra Formação e Responsabilidade (Sônia Krammer,..)
    *Apresentação das ideias do texto/Debate de questões levantadas pelos expositores e pelo grupo
- Estudo de temáticas relacionadas as intervenções realizadas com as crianças
Mensal

Fevereiro a dezembro de 2015
08

- Inovar as práticas de ensino, elaborando instrumentos didático-pedagógicos


PLANEJAMENTO DE MONITORIA DIDÁTICA
- Planejamento e confecção de materiais a serem utilizados na intervenção
-Socialização do planejamento para possíveis ajustes
Quinzenal

Março a dezembro de 2015
09

- Contribuir no processo de ensinar e aprender, através de uma ação especifica, em um momento da aula



MONITORIA DIDÁTICA
- Realização da intervenção com as crianças na perspectiva de colaboração pedagógica, envolvendo regente, bolsistas e supervisores do PIBID
Semanal
Março a dezembro de 2015
10

- Socializar atividades produzidas na escola e ampliar o diálogo com a comunidade escolar



SEMINÁRIO NA ESCOLA
- Comunicação oral das experiências realizadas com as crianças
-Exposição de materiais produzidos para a intervenção e com as crianças
Semestral

Junho e Novembro de 2015
11

- Sistematizar as ações desenvolvidas


PRODUÇÃO DE RELATORIO

- Produção do relatório a partir de todas as ações realizadas no semestre
Semestral

Junho e Dezembro de 2015
12

-Incentivar a leitura, a escrita e a fala em diferentes contextos da profissão, por meio da trilogia uso-reflexão-uso



PRODUÇÃO DE ARTIGO
- Produção  da primeira versão do artigo
- Revisão do artigo
- Produção da versão final

Semestral

Abril a junho  2015
Julho a dezembro de 2015
13
- Refletir sobre ações desenvolvidas, visando replanejamento

PRODUÇÃO DE RELATÓRIO FINAL
- Produção do relatório com as ações realizadas, dificuldades e sugestões.

          anual

Janeiro de 2016

A IMPORTÂNCIA DE SE TRABALHAR A AUTONOMIA E A SOCIALIZAÇÃO DAS CRIANÇAS NA SALA DE AULA ATRAVÉS DA ARTE


Momento da pintura (Meu corpo é legal) - Turma do Pré II
Trabalhar em grupo é uma forma simples de estimular a socialização e a solidadriedade entre as crianças. Desenvolve o sentido da autonomia, no momento em que há a ajuda mútua promovendo o crescimento de todo o grupo. Dessa forma,  a criatividade e a autonomia andam juntas, pois a experiência de mundo, a interação entre sujeitos e a construção ativa do conhecimento podem proporcionar um impulso criador e questionador, além de levar a criança a um desenvolvimento do sentido de cooperação e de diálogo.
Quando relacionamos a socialização e a autonomia, fazendo de ambas práticas pedagógicas, estamos capacitando a criança para se deslocar de seu egocentrismo e colocar-se na perspectiva do outro, criando bases para o desenvolvimento de si próprio como ser autônomo moral e intelectual. Foi nessa perspectiva que no primeiro semestre de intervenções vimos a necessidade de se trabalhar a socialização e autonomia das crianças com o objetivo de provocar um maior envolvimento e participação. Resolvemos, então, organizar atividades que beneficiassem a criatividade e autonomia, de uma forma que contemplassem a interação entre as crianças, pois é perceptível o quanto a arte está atrelada a todos os momentos na vida das mesmas.
Em cada intervenção, as crianças tiveram a oportunidade de perceber a importância de trabalhar coletivamente no intuito de alcançar um objetivo em comum.  Realizaram em grupo, uma produção de arte que representassem o corpo humano, bem como suas partes. Portanto, a arte funcionou como instrumento de socialização entre eles. Ao trabalhar com a arte, de preferência em grupo, a criança expressa os seus desejos e anseios e o professor poderá por sua vez, orientá-las no caminho a percorrer para o processo de aprendizagem.
Finalmente, identificamos um belo trabalho realizado pelas crianças, que expressaram de maneira surpreendente o que a arte representa na vida de cada uma. Vimos que as crianças conseguiram interpretar o conteúdo que eles viram em sala de aula, de uma maneira interativa, espontânea e criativa.

Por Cláudia Santos e Alana Dantas

terça-feira, 16 de junho de 2015

O USO DA TESOURA NO DESENVOLVIMENTO DA MOTRICIDADE FINA


Atividade de pintura e recorte - Turma do Pré I

Durante as nossas observações enquanto participantes do PIBID- Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, em uma turma de pré I, notamos a necessidade de intervenção sobre a organização do espaço pedagógico de forma a atendar as necessidades das crianças, maior investimento em contação de histórias, poemas/poesias, movimento corporal, recursos “mais” lúdicos, atividades artísticas, dentre outros. Isso não quer dizer que a escola não tem investido nessas questões; o que queremos dizer é que é preciso maior investimento por parte da escola em relação às questões apresentadas, já que elas são indispensáveis para o desenvolvimento integral das crianças que se encontram na educação infantil.
Além do que foi apresentado acima, um aspecto que nos chamou muito a atenção foi a motricidade das crianças a partir do uso da tesoura, justamente pela dificuldade que elas enfrentam na realização das atividades que exige o recorte. Desta forma, decidimos por trabalhar essa questão logo de início, incluindo também nos nossos planejamentos outras atividades que explorassem bastante a coordenação motora fina das crianças.
Antes de iniciarmos as atividades com o uso da tesoura, fizemos uma breve explicação e demonstração para as crianças sobre a melhor forma de manuseio, já que maioria sentem dificuldade até mesmo para encaixar a tesoura nos dedos.
 Estimulamos e orientamos (de forma coletiva e pessoal) as crianças para enfrentarem as formas e segmentos do recorte, bem como sobre as posições entre mãos, tesoura e objeto a ser cortado, pois, nessa faixa etária é extremamente comum as dificuldades motoras e também a percepção visual e espacial sobre o objetivo do recorte.  Durante as instruções, estivemos atentos ao respeito e aceitação sobre os limites de cada criança, pois, segundo  
Para as crianças de pré I, na faixa etária entre 5-6 anos, o uso da tesoura faz parte de atividades bastante presentes, porém as crianças ainda sentem grande dificuldade durante a realização dos recortes. Desta forma, durante os nossos planejamentos, contemplamos as atividades que explorassem de forma ampla a motricidade fina das crianças a partir do uso da tesoura, fazendo das atividades instrumentos lúdicos e prazerosos com a finalidade de transmitir ensinamentos necessários, de forma que respeitasse os limites enquanto crianças, dando a elas o direito de autonomia para a conquista dos próprios objetivos.
Uma interferência inadequada por parte do adulto pode limitar a aprendizagem da criança, além de afetar o desenvolvimento desta capacidade. A importância deste exemplo é o fato de, precisamente, ser a criança quem regula a ação, e não o adulto (GONZÁLES RODRIGUES, 2005).
Notamos resultados bem positivos durante a realização das atividades. Ficamos bastante satisfeitos com os avanços, principalmente sobre a autoconfiança que eles adquiriram, bem como sobre a habilidade manual que já se mostrava mais precisa quando comparada a antes, em relação aos recortes em diversos materiais. 


Por Nakson Oliveira e Leila Stolze



Referência: GONZÁLES, R. C. Educação física infantil: motricidade de 1 a 6 anos. [tradução de Roberto Francine Júnior]. – São Paulo: Phorte, 2005.


sexta-feira, 12 de junho de 2015

Breve apresentação do PIBID Educação Infantil





            O Subprojeto de Pedagogia - Linha de Ação Educação Infantil, visa articular os processos de formação inicial e continuada com as atividades de ensino, pesquisa e extensão, promovendo a iniciação à docência dos discentes-bolsistas do curso de licenciatura em Pedagogia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e a formação continuada dos professores-bolsistas das escolas parceiras do programa.


Objetivos:

- Investigar as concepções presentes nos contextos sócio-educativo das escolas parceiras para identificar elementos do currículo e da prática pedagógica que necessitam de intervenção didática;
- Analisar e discutir práticas didático-pedagógicos, articuladas com a experiência dos professores e supervisores das escolas parceiras, ampliando o diálogo com a comunidade escolar e os saberes sobre a escola;
- Aprofundar a leitura e discussão de referenciais teóricos relacionados a Educação Infantil: antropologia da criança e Sociologia da Infância;políticas voltadas para a Educação Infantil; estudos da infância e da formação docente; questões éticas que envolvem pesquisas com crianças;
- Produzir instrumentos didático-pedagógicos, tendo em vista contribuir na reorganização curricular e didática das escolas parceiras;


Metodologia:

Rodas de estudo, socialização de experiências, planejamento pedagógico da intervenção didática, produção de diário de campo, relatórios, artigos e acesso a plataforma moodle, (quintas-feira, das 14 ás 17h, no Modulo de Educação – UESB/ Itapetinga), tendo em vista observação participante, planejamento com docentes e intervenções didáticas semanais nas escolas parceiras.

Coordenadora da Linha de Ação: Jorsinai de Argolo Souza

Escolas Parceiras: Escola Laudinei Silva Nascimento e Centro de Educação Infantil Professora Luiza Ferraz

Supervisoras: Débora Almeida Guimarães e Raelma Santos de Carvalho Pereira

Bolsistas: Adnalva; Alana Silva Dantas; Angélica Silva Santos; Claudia Santos Silva; Glaziane Santos da Paixão Brito; Jemimah Dallet M. do Nascimento; Leila Stolze; Luana Pereira Silveira; Nakson Oliveira; Nilson Souza Cerqueira; Rainan Sena Santos Menezes; Reinaldo Santos Oliveira; Rejane Pereira de Oliveira; Vania Moreira Santos