segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

RELATO DE EXPERIÊNCIA: A RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA NO PIBID


Êmille da Silva Cabral

Fabrícia Vieira Ribeiro

Jorsinai de Argolo Souza

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo apresentar um relato de experiências proporcionadas pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID, subprojeto de Pedagogia, linha de ação Educação Infantil da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia- UESB,  sob a coordenação da professora Jorsinai de Argolo Souza na escola parceira - Centro de Educação Infantil Professora Luiza Ferraz. O Subprojeto de Pedagogia, linha de ação Educação Infantil, está estruturado em dois momentos: encontros de formação na universidade que subsidia o segundo momento que, por sua vez, trata-se das ações desenvolvidas junto às escolas parceiras ao Subprojeto. Desse modo, o PIBID nos proporciona a possibilidade de podermos colocar a teoria aprendida na universidade em prática na sala de aula, pois um dos objetivos do programa é justamente contribuir para a articulação entre teoria e prática necessárias à formação dos docentes (FREIRE, 1996). Após as reuniões de formação do subprojeto, partimos para as observações, durante três semanas, para identificarmos as carências da sala onde iríamos aplicar a intervenção. Através das observações, percebemos uma dificuldade de concentração das crianças durante o desenvolvimento das atividades propostas, bem como dificuldades relativas à coordenação motora.  Sendo assim, as intervenções foram realizadas a partir de atividades lúdicas (CUNHA, 2001) e envolviam colagem, pintura, jogos e brincadeiras: exercícios de coordenação motora (alinhavo), jogo do bingo dos nomes, confecção de um quebra- cabeça com as letras do nome de cada criança, construção de mural com palitos de acordo com o número correspondente de letras do nome de cada criança, dentre outras. Após as intervenções foi possível notar  um avanço positivo na melhoria da concentração das crianças, bem como na coordenação motora, comprovando que as atividades lúdicas favorecem a motricidade e a criatividade através do prazer. Concluímos que o PIBID tem uma importância fundamental na formação acadêmica dos futuros docentes, pois nos proporciona a oportunidade de colocar em prática a teoria que aprendemos no curso de licenciatura, bem como estamos certas de que, como nos diz Freire (1996), não há docência sem discência, as duas se explicam, ou seja, nós ensinamos e também aprendemos com nossos alunos.


Palavras-chave: Formação docente. PIBID. Prática. Teoria.






CONTRIBUIÇÕES DO PIBID NA FORMAÇÃO E PRÁTICA DOCENTE

              Denise Carvalho dos Santos
                                                            denylety@hotmail.com

                                                         Valdicélia Santos Chaves
                                                       valdicelia300481@gmail.com

                                                     Jorsinai de Argolo Souza
                                                               naiargolo@hotmail.com
          

Resumo

Este trabalho refere-se a um relato das experiências como bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto de Pedagogia, linha de ação Educação Infantil, cujo objetivo é  demonstrar a contribuição do PIBID na formação inicial dos licenciados, tendo em vista os seguintes objetivos do programa (CAPES, 2013): elevar a qualidade da formação inicial de professores nos cursos de licenciatura, promovendo a integração entre educação superior e educação básica e contribuir para a articulação entre teoria e prática necessárias à formação dos docentes, elevando a qualidade das ações acadêmicas nos cursos de licenciatura. Desse modo, considerando que o PIBID oportuniza vivências de atividades didático-pedagógicas em escolas públicas de ensino básico e aprimora a formação dos futuros docentes, relataremos as experiências que vivenciamos, durante atividades de observações e intervenções, na escola parceira em uma turma de Pré II, composta por 24 alunos, com idades entre 5 e 6 anos. Ao longo das observações, identificamos à necessidade de se trabalhar a questão da motricidade, com o objetivo de favorecer o desenvolvimento do esquema corporal, do equilíbrio, da atenção, da agilidade e da cooperação entre ás crianças. Para tanto, realizamos quatro intervenções e utilizamos jogos e brincadeiras, tais como: futebol de tecido, o circuito da motricidade, brincadeira de cabo de guerra, dentre outras. Evidenciamos que a escolha em trabalhar a motricidade, através de jogos e brincadeiras, foi significativa e dinâmica para a aprendizagem das crianças, pois podemos afirmar que foram proporcionados momentos de interação entre as mesmas. Verificamos que quando integramos a Psicomotricidade às atividades escolares, temos como resultado a ajuda na vivência em grupo, pois por meio das atividades psicomotoras as crianças precisam aceitar regras, e, quando começam a ter essa compreensão, mais facilmente aceitarão as regras da vida social. Através desse relato, identificamos que a participação no PIBID contribui significativamente na formação inicial dos graduandos através da aproximação com a realidade escolar, possibilitando a efetiva relação entre a teoria e a prática, ou seja, entre os saberes acadêmicos e os saberes experienciais, conforme Freire (1996).


Palavras chaves: Docente. Formação inicial. Pibid. Prática pedagógica. 





terça-feira, 20 de dezembro de 2016

terça-feira, 16 de agosto de 2016

O TEATRO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: POSSIBILIDADES DE EXPRESSÕES E DESENVOLVIMENTO DA LÍNGUA

O presente relato, é resultado da sequencia didática sobre linguagens da arte – teatro - realizado na escola de educação infantil Lauidinei Nascimento desenvolvido durante três dias de monitoria didática na escola.
A história escolhida para a atividade foi “Dona Baratinha” de Ana Maria Machado, pois permitiria a participação de todas as crianças em decorrência do grande número de personagens, uma vez que a proposta da sequência didática seria o envolvimento destas, de modo que as possibilitassem diversas práticas de linguagem e autonomia de atuação.
No primeiro momento, exibimos um vídeo ilustrativo que abordava o conto da história, permitindo um maior encantamento, levando-os a desenvolverem gestos interpretativos, uma vez que a criança é produtora de diversas culturas, e cria sua própria história a partir de outros fatos. Diante das diversas linguagens que a criança expressa, possibilita a inserção desta no mundo letrado e social, tornando-a agente do processo social-cultural e produtora deste. Pois, as
“experiências significativas de aprendizagem da língua, por meio de um trabalho com a linguagem oral e escrita, se constitui em um dos espaços de ampliação das capacidades de comunicação e expressão e de acesso ao mundo letrado pelas crianças.” (BRASIL, 1998 p.117)

            É a partir da escola, principalmente, que a criança dispõe de mecanismos que ampliem seus conhecimentos.
            No segundo momento, discutimos sobre as características de cada personagem, a emissão dos sons que é realizado por cada animal e sua importância na floresta. Os sentidos foram tomando forma de acordo ao que mais lhes chamaram a atenção.
            Em seguida, através do recorte e pintura, as crianças deram vida aos personagens, realizando-se a confecção de máscaras, que posteriormente foram utilizadas por elas na atuação do reconto da história. A medida que esta era contada cada criança que possuía a máscara correspondente ao animal citado se levantava para dramatizar e transmitir a fala associada ao seu personagem, essa atuação deu-se de forma espontânea, participativa tanto referente ao seu papel, quanto aos demais expressados pelos colegas.
            No terceiro e último momento, realizou-se para as três turmas participantes do projeto a encenação da história. A mesma foi contada pela colega Alana e teve a colaboração da supervisora e demais bolsistas. A atuação ficou na responsabilidade das bolsistas Angélica e Rejane, uma vez que em decorrência do tempo fechado, não pudemos socializar no pátio da escola. Desta vez, as crianças tornaram-se ouvintes com participações sucinta, ao entoarem o canto da Dona Baratinha, a cada momento em que ela esperava por um noivo a sua janela.
       Enfim, destacamos que essa atuação tornou-se de grande relevância para a desenvolvimento da linguagem e espontaneidade de interação entre as crianças.

REFERÊNCIA

BRASIL. Ministério da Educação e do Desposto. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.

Por: Angélica e Rejane

sexta-feira, 15 de julho de 2016

AS LINGUAGENS ARTÍSTICAS NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA DE EDUCAÇÃO INFANTIL: TEATRO


Ensaio da peça teatral - Dona Baratinha
O trabalho teatral desenvolvido na escola Luiza Ferraz é o resultado de uma proposta de intervenção que visou contemplar as múltiplas linguagens da educação infantil, tendo foco as linguagens artísticas. É notória a importância das artes no desenvolvimento das crianças pequenas e,  sendo assim, é mais do que indispensável um trabalho que contemple as mais variadas manifestações artísticas, com a finalidade de ampliar o repertório cultural, além de proporcionar às crianças o contato com situações que estimulam o seu crescimento integral.
A presente intervenção foi desenvolvida no período de três semanas e tivemos como peça norteadora a história da “Dona Baratinha” de Ana Maria Machado. No primeiro momento, lemos a história para as crianças e, em seguida, exibimos uma animação em vídeo com o mesmo roteiro. Neste processo, fomos acentuando os personagens, a desenvoltura de cada um na história, bem como suas falas e canções. Logo após, fizemos uma interpretação oral com as crianças a fim de ouvi-las quanto a compreensão de todo o contexto. Na sequência, fizemos a escolha dos personagens e iniciamos a confecção de máscaras e adereços para a realização da peça.
Na segunda parte da aula, iniciamos um pequeno ensaio de maneira tranquila e exploratória. Com roteiro em mãos, fomos mostrando para cada uma, a entonação das falas, os gestos, os movimentos e variadas questões que envolviam a oralidade e a interpretação. Para além das demonstrações, demos total espaço para que as crianças explorassem o seu potencial e se expressassem de maneira particular. Foi neste momento que percebemos o talento de alguns e o esforço de todos.
Na segunda semana de intervenção, nos atentamos aos detalhes e continuamos com o ensaio da peça. Com o auxílio do violão, organizamos um pequeno grupo que fez a parte musical da peça, como o canto da baratinha e dos animais. Juntamente com a música, os personagens foram tomando forma e as crianças foram demonstrando mais disposição e vontade, dando sentido e correspondendo de maneira brilhante a proposta trazida pelos bolsistas.
Na terceira e última semana, nos reunimos no pátio da escola para a exposição de todos os trabalhos que foram desenvolvidos durante as semanas. As crianças da peça teatral estavam animadas, ansiosas, preparadas e paramentadas. De início, ficaram tímidas com o público, mas, no final, deram um show de atuação, comprovando de maneira prática e real, a importância das artes para o despertar de habilidades e competências das crianças.
Quanto a importância do teatro Reverbel (1997) traz a seguinte contribuição:

O ensino do teatro é fundamental, pois, através dos jogos de imitação e criação, a criança é estimulada a descobrir gradualmente a si própria, ao outro e ao mundo que a rodeia. E ao longo do caminho das descobertas vai se desenvolvendo concomitantemente a aprendizagem da arte e das demais disciplinas. (REVERBEL, 1997, pág.25)

E foi com essa perspectiva que apostamos e desenvolvemos nosso trabalho com as crianças, pois foi através deste momento lúdico que ações como imitar e criar foi tomando conta da timidez e dando lugar a autonomia e a boa desenvoltura de cada participante, proporcionando um momento prazeroso e de muito aprendizado.
Sendo assim, tiramos dessa experiência ímpar, a oportunidade de se pensar seriamente sobre o lugar das artes no desenvolvimento integral das crianças de educação infantil, pois um trabalho que contempla estas linguagens, oportuniza descobertas e possibilidades amplas de crescimento e aprendizado no mais completo sentido educacional.

Referência:
REVERBEL, Olga. Um caminho do teatro na escola. São Paulo: Scipione, 1997.


Por: Glaziane Santos e Rainan Sena

domingo, 3 de julho de 2016

A MÚSICA E A DANÇA - UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO PARA AS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL




O trabalho com o movimento na Educação Infantil proporciona às crianças o desenvolvimento de funções motoras. É através desta descoberta que propomos no Centro de Educação Infantil Laudinei Silva Nascimento uma sequência didática oferecendo às crianças momentos de aprendizagem junto a diversidade das músicas e danças trabalhadas com elas.
 A sequencia didática funcionou de maneira dinâmica, nas turmas de Pré I e II acompanhadas pelos bolsistas, intervindo em forma de rodizio para que todas as turmas pudessem usufruir de todo aprendizado. Tratando-se do movimento na Educação Infantil, o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998, p.18) destaca que:

O movimento para a criança pequena significa muito mais do que mexer partes do corpo ou deslocar-se no espaço. A criança que se expressa e se comunica por meio de gestos e das mímicas faciais e interage utilizando fortemente o apoio do corpo. A dimensão corporal integra-se ao conjunto da atividade da criança.

As intervenções trabalhadas tiveram como vinculo interagir as crianças umas com as outras buscando reconhecer nos momento dos encontros, uma relação independente sobre o mundo a sua volta, ganhando autonomia a partir de cada gesto articulado entre eles, desenvolvendo principalmente a coordenação motora.
Nesta perspectiva do movimento, a música e a dança possuem um papel fundamental na motricidade infantil, não somente nos gestos que produzem, mas a importância que perpassa a cada cultura que a criança vive e recria no cotidiano. E para isso, como ressalta o RCNEI (1998), há uma preocupação ou um certo cuidado para não limitar o contato das crianças com o repertório infantil, pois há determinados tipos de canções que não ajudam no desenvolvimento da criança.
Desse modo, a Inclusão da música e da dança na prática pedagógica no cotidiano da Educação Infantil requer disponibilidade e planejamento dos professores, pois o conteúdo ministrado proporciona às crianças uma aprendizagem diferenciada, favorecendo a ludicidade e criatividade das mesmas, da mesma forma que beneficia o movimento, interação e sintonia com a música e a dança.
A intervenção aconteceu em três turmas sendo uma do pré I e duas do pré II. Primeiramente as crianças assistiram vários vídeos contendo músicas infantis coreografadas, e, em seguida, de acordo ao que assistiram, juntamente com nós bolsistas, elas cantavam e dançavam, assim como inventavam também várias formas de danças para que os demais acompanhassem os seus movimentos.  
Através da música coreografada, a criança aprende a importância dos gestos, assim como criar novos passos, novas histórias e a entender melhor sobre a importância da música e da dança na vida do ser humano. Através dessa ação física, a criança harmoniza de maneira integrada as potencialidades motoras, afetivas e cognitivas, proporcionando a ela um melhor entendimento de como seu corpo funciona.
Diante da intervenção com a música e dança nos foi possível entender como ambas faz-se necessário no âmbito educacional infantil. Ao intervirmos em diferentes turmas percebemos que a aceitação da música e da dança por parte das crianças era unânime. Pois todos participavam, e as crianças que ficavam envergonhadas inicialmente, logo se rendiam aos encantos musicais que ali propomos.
Presenciamos nas turmas do pré I e II, momentos de diversão, descontração e alegria, a partir de uma metodologia satisfatória, tanto para nós bolsistas, como para as crianças, que estampavam em seus rostos a felicidade de cantar, dançar, escutar e viver a essência expressiva de sentimentos através de gestos, que consequentemente contribuem para sua autonomia, autocrítica e situações desafiadoras.  

Referencia:

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, Brasília: MEC/SEF, 1998. 

quinta-feira, 16 de junho de 2016

RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A SEQUÊNCIA DIDÁTICA “MÚSICA, DANÇA E ATIVIDADE FISÍCA - RETRANDO A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL”.


O desenvolvimento de atividades como a dança, a musicalidade e a atividade física na Educação Infantil faz com que as crianças compreendam melhor o reconhecimento corporal, suas possibilidades e restrições espaciais e de tempo.  Desse modo, contribui no  desempenho das atividades que envolvem a força, resistência, velocidade e flexibilidade.
            Sendo assim, o novo ciclo de atividades e intervenções do Pibid na Escola Luíza Ferraz iniciou-se com o desenvolvimento de sequências didáticas com as linguagens artísticas dentre elas, artes plásticas e pinturas, arte cênicas e teatro,  musicais e movimento. Tendo em vista esta nova abordagem, a responsabilidade de nossa dupla foi o trabalho com as artes musicais e o movimento.
           A intervenção aconteceu da seguinte maneira: numa organização de um ciclo quinzenal foi possível, dessa vez, intervir em três salas de aula, onde, em cada uma delas, trabalhamos os diversos ritmos através de vídeos e o contato com alguns instrumentos. A apresentação das modalidades musicais brasileiras como forró, reggae, rock, axé, lambada, mpb, pagode dentre outros se deu de maneira descontraída e coesa tentando alcançar as crianças usando a linguagem delas.  Foi um trabalho realizado com umas 75 crianças, pois em cada uma das três salas tinham cerca de vinte e cinco alunos, mas o trabalho foi realizado em uma sala por vez.
          Outra atividade que decidimos trabalhar foi a aula de zumba como instrumento de exercício físico, antes de começar a aula com as músicas, mobilizávamos exercícios de alongamento e respiração. Foi maravilhoso entender o quão importante é uma abordagem lúdica e diferente no que se diz respeito ao corpo humano e ao cuidado físico, observamos que a maioria dos alunos não respiravam da maneira correta e que não conheciam algumas partes da musculatura.    
            Envolver atividades como essas na Educação Infantil é de fato motivador para as crianças, pois com a inclusão de atividades de mobilidade na metodologia do professor ele poderá transmitir ao seu aluno a chance dele brincar, de autoconhecer –se e motivá-lo a gostar de cuidar do seu corpo. Além disso,  este estilo de aula (com brincadeiras e danças) contribui para o aprendizado da criança. Atividades que envolvam, música, dança e atividade física além de estimular o movimento psíquico- motor também contribui no desenvolvimento emocional da criança, pois ajuda a criança a ter mais auto- confiança, torna-se mais criativa em seus movimentos além de trazer benéficos para a sua saúde.
            No encerramento,  fizemos a apresentação com a última turma do ciclo da música sambelê e, logo depois,  com todas as três turminhas uma aula de zumba muito animada.  A batida agitada do ritmo e os movimentos atraíram as crianças, os pibideiros, os professores e coordenadores e  outros que estavam visitando a escola. Enfim, as crianças  traziam em seus olhinhos a alegria de ver até suas professoras participando do momento.

            Esse relato de experiência teve o objetivo de apresentar as atividades realizadas na Escola de Educação Infantil Professora Luiza Ferraz com duração de quatro semanas. 


Por: Jemimah e Reinaldo