segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

RELATO DE ESTUDO - TEXTO: “CRIANÇAS E ADULTOS EM MUSEUS E CENTROS CULTURAIS"



Agregar o conteúdo de livros, artigos de revistas e atividades monográficas às discussões e debates nos encontros da equipe do PIBID da Educação Infantil, tem sido uma rotina agradável e enriquecedora. No dia 29 de outubro na UESB campus de Itapetinga foi a vez da dupla Jemimah Dallet e Reinaldo Santos trazerem para nós um estudo/debate do capitulo “Crianças e Adultos em Museus e Centros Culturais” de Maria Cristina Carvalho e Cristina Laclete Porto, do livro Educação Infantil Formação e Responsabilidade, Sônia Kramer, Maria Fernanda Nunes, Maria Cristina Carvalho.
Sabemos que algumas pessoas vêem os museus e centros culturais apenas como um local para antiguidades ou coisas antigas (velha), como dizem, também observamos nas experiências descritas no capitulo, resultado de quatro pesquisas de campo, que esse pensamento está presente em muitos docentes da educação infantil. Não só o argumento de ser um lugar de “coisas antigas” vimos também, outro motivo que impedem os professores e coordenadores não articularem essas visitas, é o dito: “ambiente adulto”, ou seja aquele não é um lugar para crianças. Percebemos que ainda está presente nos discursos docentes um preconceito e uma restrição na capacidade de interação das crianças com o adulto ou “mundo adulto” e por isso cria-se o mundo infantil comprovando a fala de LEITE, 2004: Crianças são pensadas como fatias de mercado - museu para crianças, cinema para crianças, teatro para criança - eliminando totalmente o convívio geracional e assumindo o ciclo natural de nascimento, crescimento, amadurecimento, envelhecimento e morte.O encontro foi bastante proveitoso e de uma variedade de discussões por parte dos pibideiros, coordenadoras e supervisora, onde expuseram também suas experiências e angustias à respeito do assunto e dos conflitos culturais que nos impedem de ampliar nossa visão no que diz respeito da evolução do nosso ensino pedagógico infantil.

O resultado da discussão não só animou e incentivou uma ação diferente na sala de aula, como também em seus papéis maternos, as pibideiras e coordenadoras que já são mães, saíram planejando incentivar seus filhos e filhas a essa interação cultural e geracional.


Por: Jemimah Dallet e Reinaldo Santos


REFERÊNCIAS
LEITE, M.I. Arte e memória. In: SEMINÁRIO Estadual de Arte na Educação. A arte e o diferente no contexto educacional. Lages: Livro de memórias; UNIPLAC, 2004. p. 61-64.        
LEITE, M.I. Museus de arte: espaços de educação e cultura. In: LEITE, M. I.; OSTETTO, L.E. (Org.). Museu, educação e cultura: encontros de crianças e professores com a arte. Campinas: Papirus, 2005. p. 19-54.
CARVALHO, Maria Cristina. Crianças e Adultos em Museus e Centros Culturais. In:. KRAMER, Sonia; NUNES, Maria Fernanda; Educação Infantil Formação e Responsabilidade (Org). Papirus. 2013.

sábado, 28 de novembro de 2015

PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO NO CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA LUIZA FERRAZ




O planejamento faz parte de quase todas as nossas ações, pois ele norteia a realização das atividades antecipadamente, o mesmo institui a cultura mais participativa e democrática nos processos desenvolvidos na escola. São momentos que os educadores socializam e reavaliam as práticas realizadas em sala de aula.  
Planejar envolve pesquisa, ser criativo na elaboração da aula, estabelecer prioridades e limites, estar aberto para acolher o aluno e sua realidade, ser flexível para replanejar sempre que necessário. Levando sempre em conta as características e necessidades de aprendizagem dos alunos; os objetivos educacionais da escola e seu projeto pedagógico, o conteúdo de cada série, os objetivos e seu compromisso pessoal com o ensino, às condições objetivas de trabalho. Com base nisso, definir o que vai ensinar como vai ensinar, quando vai ensinar, o que, como e quando avaliar.

 O planejamento aconteceu no dia 06, de novembro do corrente ano, na escola professora Luiza Ferraz, o encontro ocorre quinzenalmente, e conta com a participação de todos educadores, no qual Bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de iniciação a Docência- PIBID, Supervisora e Coordenadora relatam experiências e vivencias que contribuem na iniciação a docência e formação de professores. 

Por Vânia Moreira e Luana Silveira

RODA DE ESTUDO E FORMAÇÃO PIBID EDUCAÇÃO INFANTIL


LEITURA E CULTURA: UM CONVITE AOS PROFESSORES

          Rejane Brandão Sirqueira
Maria Cristina Carvalho


O momento de estudo do encontro de Formação do PIBID -  Subprojeto de Educação Infantil tem como objetivo proporcionar momentos de socialização entre os bolsistas, coordenadora e supervisoras, criando espaços de discussões e apresentando reflexões sobre a infância e os processos de formação de professores da Educação Infantil, articulando situações vividas pelos bolsistas e supervisoras.
            Teceremos comentários acerca do artigo Leitura e cultura: um convite aos professores de autoria de Rejane Brandão Sirqueira e Maria Cristina Carvalho.
Inicialmente a pesquisa contextualiza as experiências no interior das instituições públicas e privadas aliadas às observações e vivências realizadas ao longo das pesquisas, desencadeando inquietações e impulsionando reflexões que fizeram emergir questões direcionadas às políticas, práticas e precariedade do atendimento oferecido às crianças nas pequenas instituições, desconsiderando suas especificidades e singularidades.
Por sua vez, outro ponto citado no decorrer da pesquisa é expandir a necessidade de discutir o cotidiano e ampliar os conhecimentos relacionado à primeira etapa da educação básica – educação infantil -, que se tornou o campo de estudo e pesquisa.
Nesta perspectiva a formação inicial e continuada de professores, tem como meta nos processos de formação, sensibilizar e mobilizar aqueles que se propõem a ser professores da criança pequena, a reconhecê-la como cidadã, como pessoa em desenvolvimento.  
O texto é dividido em três etapas: Educar para a Sensibilidade e Educar para a Estética e Educar para a Diversidade, que foi discutido no decorrer da relevância da pesquisa, norteando reflexões e olhares significativos na construção e contribuição da realidade na qual estamos inseridos e contextualizando a nossa vivência na sala de aula e as escolas atendidas pelo programa.

Educar para a sensibilidade
As autoras estabelecem como estratégias a assumir a possibilidade de trabalhar a literatura infantil, mediada na formação de professores e de crianças, tendo em vista quem “quem conta histórias terá a certeza de que a história escolhida tocará o coração das pessoas que a ouvirão’’.
Nas narrativas constroem-se experiências, visto que para que se tenham experiências serão necessárias inquietações, assombro, curiosidade que permitem vislumbrar o fato vivido e guardá-lo.
Segundo Kramer (1993, p. 53), narrar não é apenas produto de voz, mas de tudo o que é apreendido na vida social. Desse modo, priorizar o exercício da escuta e da leitura de escritas de professores e futuros professores, é um convite ao resgate de sua própria infância, dando-lhes a oportunidade de ouvir a si mesmos e aos outros em um movimento de auto-conhecimento e reconhecimento de seu papel como sujeitos, autores de seus pensamentos e reflexões exercitando a interação com a língua.
Ao promover a narrativa, o professor está imprimindo uma dimensão política à sua prática educativa: a criança passa a ser concebida como sujeito, autor de sua própria história; entrelaçadas todas as histórias compartilhadas, constrói-se uma história coletiva, viva e dinâmica. Lembrando que o primeiro contato da criança com o livro, possibilita o registro de suas primeiras experiências com a leitura.
Nesse sentido, vale ressaltar que o caminho sugerido é o acesso aos livros, aos museus, às músicas, à dança, a tudo que pressupõe expressão, e que possibilite às crianças, por meio da experiência uma aprendizagem prazerosa e significativa na formação de seu senso estético.

Educar para a estética
O acesso ao patrimônio cultural, proporcionam a oportunidade de refletir e valorizar a própria experiência de cultura que permite traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro em nós mesmos (Da Matta 1981).
            Portanto, a valorização cultural na formação dos sujeitos Kramer e carvalho (2012, p. 33) também mencionam a importância de valorizar a esfera cultural, sua natureza, suas funções, suas características, suas manifestações e sua desigualdade. Contextualizando as políticas públicas, as autoras ressaltam a acuidade da educação em espaços não formais como parte do processo de formação cultural, histórica, social, estética e científica.

Educar para a diversidade
A proposta é que a escola reconheça como espaço de manifestação das diferenças e que elabore projeto de sociedade que se reflita em uma proposta pedagógica centrada na questão humana, da criança como sujeito, pessoa, indivíduo, dotada de vontades, desejos, posturas que a caracteriza como parte da sociedade
Neste processo, de acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI), vem apresentar que a educação poderá auxiliar o desenvolvimento das capacidades de apropriação e conhecimento das potencialidades corporais, afetivas, emocionais, estéticas e éticas, na perspectiva de contribuir para a formação de crianças felizes e saudáveis. (Brasil, p. 23).
A discussão da temática igualdade e diferença no currículo escolar abre uma rede infinita de conhecimentos e saberes que emergem do compartilhar experiências e vivências coletivas e individuais. Sendo que a escola é o espaço de diferenças e lugar de encontro
Portanto, encobrir as diferenças, emudecer as diferentes vozes ou ignorá-las é suprimir o que é evidente e aportar-se de modo antiético.
Entretanto, entender essa realidade leva à compreensão de que a cristalização de um pensamento que estigmatiza e discrimina impossibilita a emergência das diferenças em suas múltiplas dimensões, deixando marcas nos afetos, nas emoções e no imaginário social e político.

Considerações Finais

Mediante o que foi apresentado ao logo do texto, as autoras nos fazem refletir acerca o quanto a literatura e a cultura se mostram como fios condutores de vários cursos de formação de professores da educação infantil, e em relevância que os professores e crianças têm o direito a formação de qualidade e que, portanto, o direito à formação cultural é um direito de cidadania.
Considerando tais princípios, o professor da educação infantil terá a oportunidade de conhecer as diferentes culturas da infância, e, ao abrir espaços dialógicos nos quais as crianças tenham vez e voz, terão condições de conhecer sua reprodução interpretativa.
Portanto, o estudo dissemina uma amplitude para os demais profissionais da educação, de modo que reflita por meio das suas experiências inúmeras práticas, mas todas se configuram como oportunidades de crescimento pessoal e profissional.

Por:  Rejane Pereira e Angélica Santos – Bolsistas do PIBID Educação Infantil


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

UM PASSEIO PEDAGÓGICO COM AS CRIANÇAS DA ESCOLA LAUDINEI NASCIMENTO





            O “passeio pedagógico” realizado na Escola Laudinei Nascimento teve o intuito de proporcionar ás crianças uma vivência com o tema Lixo e Reciclagem, num ambiente descontraído e fora da sala de aula, promovendo a aprendizagem da importância de cuidar do mundo em que se vive.
            As crianças saíram da escola no ônibus escolar e foram para a área que funciona como depósito onde ocorre a separação do material (lixo) à ser reciclado. Para que de fato ocorresse uma aprendizagem significativa, fez se necessário uma orientação prévia, explicando os objetivos do passeio e como seria importante para que cada um pudesse adquirir novos conhecimentos e enriquecer o que já foi trabalhado em sala de aula. Sendo assim, durante o trajeto explicamos a importância do não acúmulo e a seleção do lixo que pode ser reaproveitado.
 Em seguida, fomos em direção ao Parque da Lagoa, levando as lixeiras coletoras usadas para separar os materiais recicláveis e suas respectivas cores: azul - papel/papelão; vermelho – plástico; verde – vidro; amarelo – metal; marrom – resíduos orgânicos. As crianças tiveram a oportunidade de conhecer o parque coletivamente, brincar, apreciar a natureza, ver insetos, compartilhar e praticar a seleção do lixo que produziram no lanche. Foi interessante saber que mesmo com a descontração das brincadeiras e o ambiente livre, as crianças puderam perceber a importância de cuidar do meio ambiente e dos meios em que vivem - a escola, suas casas, dentre outros.
O projeto ainda contou com a elaboração de Oficinas de Arte, pelos participantes do PIBID, a criação de brinquedos a partir de material reciclado, de varias modelos, utilizando diversos materiais. As crianças ficaram encantadas e aproveitaram o resultado.     Desta maneira, acreditamos que o objetivo foi alcançado - a consciência sobre o lixo, o que pode ser feito com ele, onde deve ser guardado e como pode ser armazenado.
Para os bolsistas do PIBID, o projeto sobre o lixo foi gratificante, nos enriqueceu, ao vermos que houve prazer e aprendizagem na atividade desenvolvida. Comprovamos que o espaço de aprendizagem vai além da sala de aula, e é preciso que os educadores tragam o conhecimento para mais perto das vivências das crianças, reconhecendo-as como pessoas produtoras de culturas, que poderão intervir ativamente no meio social. Contribuindo assim para a ampliação da formação de sua identidade cultural.


" Se você não voltar a ser como uma criança não entrará no reino encantado da pedagogia.. Em vez de procurar esquecer a infância, acostume-se a revivê-la; reviva-a com os alunos..." (Freinet, em Pedagogia do Bom Senso, pág. 28.)


Por: Leila e Nakson

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

BOLSISTAS DO PIBID-UESB/ITAPETINGA PARTICIPAM DE TREINAMENTO SOBRE O SISTEMA MOODLE



Treinamento Moodle - Uesb/Campus Itapetinga

No dia 02 de outubro de 2015 foi realizado um treinamento sobre o ambiente de aprendizagem virtual – sistema moodle, no campus UESB de Itapetinga, para bolsistas, supervisores e coordenadores das linhas de ação dos subprojetos de Física, Pedagogia, Química e Biologia do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID, promovido pela coordenação institucional do programa e ministrado pela técnica Maria da Conceição Nascimento Correia e da colaboradora Marlene Moreira.
O treinamento foi realizado com o intuito de apresentar a finalidade de cada  ferramenta deste software, bem como suprir algumas dificuldades que os bolsistas, supervisores e coordenadores do PIBID demonstraram em operar as ferramentas desta plataforma de aprendizagem,  o que dificultava as postagens das atividades desenvolvidas no âmbito do programa no referido sistema.
No moodle existe um arsenal de ferramentas para facilitar a divulgação das ações realizadas em cada subprojeto, desde as ações pedagógicas realizadas nas escolas parceiras quanto ás ações realizadas na universidade.
Segundo Claudia Sardinha,

O Moodle (Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment) ou seja, Ambiente de aprendizado Modular Orientado ao Objeto é um sistema de gerenciamento de aprendizagem. Ele é voltado para a web, onde os professores podem criar salas de estudo online, disponibilizar material didático e propor tarefas interativas como fóruns, criação de wikis e testes. Para os alunos esse ambiente facilita a troca de conhecimento e de arquivos multimídias. (SARDINHA, 2012)

Cada subprojeto possui uma página dentro da plataforma e cada bolsista o seu login e senha. Durante o treinamento, além das orientações de acesso e postagens, foi enfatizado a importância de que todos os documentos devem apresentar uma linguagem cientifica e que, ao adicionar um arquivo, seja ele um texto, uma imagem, uma página da web, se faz necessário dá um conceito (nome) e descrevê-lo. Desta maneira, os que tiverem acesso a este documento compreenderá para que fins foi desenvolvido tal atividade ou projeto. Ressaltou- se, também, para os bolsistas e supervisores que é preciso ter cautela ao publicar no sistema moodle, pois uma vez adicionado um arquivo, apenas a coordenação poderá excluí-lo.
O treinamento foi de grande valia para todos os presentes, pois reafirmaram a importância deste sistema para que as ações desenvolvidas tanto nas escolas quanto na universidade ganhem legitimidade junto a CAPES, a universidade e as escolas parceiras.

Por: Glaziane Santos

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

PLANEJAMENTO NO CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL LAUDINEI SILVA NASCIMENTO – ENCONTRO ENTRE REGENTES E BOLSISTAS





O planejamento pedagógico tem como objetivo rever as práticas pedagógicas e didáticas que serão trabalhadas a curto ou médio prazo pelos professores de uma instituição.
          Os bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência- PIBID têm a oportunidade de interagir mensalmente com os professores da escola parceira, durante a atividade de planejamento, somando conhecimentos e experiências.
           Esse momento é oportuno para que professores e bolsistas revejam as suas práticas, o que precisam mudar e aperfeiçoar, a partir de um olhar critico, visando beneficiar as crianças no seu desenvolvimento cognitivo e afetivo. Contribui, também para o processo de formação inicial dos bolsistas, pois é a partir dessas vivências que adquirem experiências para enfrentar os desafios da docência.
          O planejamento aconteceu no dia 04 de setembro no Centro de Educação Infantil Laudinei Nascimento e teve como objetivo elaborar os planos de aulas para dois dias de intervenção dos bolsistas.  No entanto, a proposta foi relacionar o foco de intervenção de cada bolsista com o projeto Meio Ambiente. Os bolsistas, juntamente com os docentes da escola, realizariam oficinas para confecção de brinquedos e um passeio pela cidade, mostrando às crianças os locais onde se trabalham com o lixo reciclado e explicando a importância de preservar a natureza e reutilizar alguns produtos que poderiam ir para o lixo. Também foi organizado, um passeio pelos pontos turísticos, explicando as questões desfavoráveis à natureza tais como: poluição, desmatamento, acúmulo de sujeira, entre outros aspectos.
          Os bolsistas tiveram ideias interessantes: confecções de murais ecológicos; piquenique para serem abordadas questões de desperdício; a importância de se colocar o lixo no lixo, de acordo com a coleta seletiva- plástico, papel, vidro e metal; a importância de se ter uma aula prática ao ar livre, admirando a exuberância da natureza. Cada ideia foi acolhida tendo em vista a organização de um planejamento coletivo em prol de vivências interessantes que trouxessem para as crianças uma aprendizagem significativa, fugindo da rotina vivenciada somente em sala de aula e explorando o ambiente extra-escolar.    
          O encontro foi marcado por muitos pontos positivos, somando experiências de professores atuantes e a vontade de aprender dos bolsistas. Inclusive, as regentes e a supervisora falaram, mais uma vez, da importância de se ter o PIBID na escola, havendo uma junção de conhecimentos onde ensina-se e aprende-se ao mesmo tempo.   

Por: Alana Dantas e Cláudia Santos 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

INTERVENÇÕES SOBRE O FOLCLORE NA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA LUIZA FERRAZ



Podemos definir o folclore com um conjunto de lendas, histórias, estórias, cantigas e brincadeiras que são passadas de geração em geração. Fazem parte de atividades básicas que contribuem para o desenvolvimento físico, motor, emocional e social da criança.
Procurando valorizar os conhecimentos culturais já existentes e estimular a imaginação das crianças realizamos, durante o mês de agosto, intervenções baseadas nas manifestações populares e com produções de personagens folclóricos. Estabelecer relações do folclore com a oralidade foi inevitável, pois proporcionou um resgate do contexto real e imaginário, o que contribui de forma significativa para o desenvolvimento das crianças.
Houve a contação de lendas, que são narrativas transmitidas oralmente com o objetivo de explicar acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais para as crianças. Para isso, houve uma mistura de fatos reais com imaginários. Misturamos a história e a fantasia de forma teatral. As lendas foram sendo contadas ao longo das semanas.
Usar fatos reais e antigas, pode dar suporte às histórias e junto com elas envolver a imaginação para “aumentar um ponto” na realidade. Faz parte da realidade cultural de todos os povos. Assim como os mitos, fornecem explicações aos fatos que não são explicáveis pela ciência ou pela lógica. Essas explicações, porém, são mais facilmente aceitas, pois apesar de ser fruto da imaginação não são necessariamente sobrenaturais ou fantásticas.


Por: Luana Silveira e Vânia Moreira