quarta-feira, 19 de agosto de 2015

DEPOIMENTO DAS PROFESSORAS SOBRE O PIBID NA ESCOLA LAUDINEI NASCIMENTO



DENE, PROFESSORA DO PRÉ 2 MATUTINO


CRISTIANE, PROFESSORA DO PRÉ 1 MATUTINO



VITÓRIA, PROFESSORA DO PRÉ 2 MATUTINO


DÉBORA, SUPERVISORA DO PIBID E PROFESSORA DO PRÉ 2 MATUTINO








sábado, 15 de agosto de 2015

O PIBID NA ESCOLA LUIZA FERRAZ




Iniciamos o segundo semestre de atividades desenvolvidas pelo PIBID na Escola Luíza Ferraz, com o pé direito. A partir das observações realizadas em cada uma das turmas trabalhadas, organizamos o planejamento das atividades para o mês de julho contando com o envolvimento e criatividade dos bolsistas.
O que ficou decidido com o grupo foi a realização de uma atividade de intervenção, de forma coletiva, envolvendo todos os bolsistas para todas as turmas da escola no pátio, no horário de inicio das atividades do turno vespertino; e a outra na turma de cada bolsista, como propõe o programa. Procuramos planejar atividades prazerosas para as crianças, considerando as situações sinalizadas pelos bolsistas, a saber: movimento, interação, desenho e coordenação motora fina e ampla.
Sendo assim, os bolsistas organizaram apresentações envolvendo dramatização, corpo e movimento e interagiam com as crianças. A cada semana, percebia-se o envolvimento deles com as turmas e também com as professoras. Todos ansiosos, aguardavam a surpresa do dia. Quanto as atividades realizadas, em sala de aula, também foram significativas e contribuíram muito para o desenvolvimento das crianças.
Percebemos também a oportunidade riquíssima que o PIBID está oferecendo para a formação dos bolsistas. Cada dia, eles estão mais envolvidos no processo do ensino-aprendizagem.
É muito gratificante quando o trabalho é reconhecido. A auto-estima sobe e a cada dia a vontade de acertar e melhorar são cada vez maiores. Agradecemos a oportunidade, à direção da escola, aos professores colaboradores e as demais professoras e funcionários pelo espaço e oportunidade. Esperem...! Vem mais coisa legal por aí!!!!!

Por Raelma Santos - Supervisora da Escola Luiza Ferraz

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

O FANTOCHE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

História com fantoches no pátio da Escola Luiza Ferraz

Na educação infantil, variadas razões nos levam a trabalhar os fantoches dentro da sala de aula, pois nós educadores temos o papel de proporcionar as possibilidades de aprendizagem provocadas pelo mundo mágico que há no trabalho com os fantoches, que contribuem no desenvolvimento integral das crianças. Inclusive, ao se trabalhar com fantoches, podemos usar materiais muito barato e até mesmo usados ou reciclados, e assim podemos mostrar para as crianças, por exemplo, a importância da sustentabilidade.
O teatro de fantoches assim como todos os outros jogos de dramatização e faz-de-conta, acabam ajudando a criança a construir a própria identidade, pois, nestes jogos, ela poderá desempenhar diversos papéis sociais (personagens) e experimentar diferentes sensações e emoções.
Nas mãos da criança, o fantoche deixa de ser um objeto e torna-se um papel, cria vida, tem uma ação e uma identidade. Nessas brincadeiras livres, aparentemente despretensiosas, as crianças poderão expressar seus conflitos, bem como aprenderão a conviver em harmonia, visto que, naturalmente, brincarão em grupo, e terão de combinar entre si as regras da brincadeira, além de contar com o espírito de solidariedade e cooperação.
Então, poder levar até as crianças uma ideia diferente como o teatro de fantoches, poderá fazer com que a criança aumente o seu interesse sobre determinado assunto, porque naquele instante ela se adentrará a um mundo mágico sobre o tema passado em sala de aula, que com esta ferramenta pedagógica se tornará mais interessante de ser entendida pelos alunos.
A utilização dos fantoches dentro da Educação Infantil é de fato muito relevante para se construir uma aprendizagem lúdica e bem divertida, pois o uso do fantoche facilitará ao professor trabalhar diversas coisas utilizando os personagens das histórias.  O que se pode perceber de mais interessante nessa atividade, é a alegria que é percebida e passada para as crianças com os fantoches, e assim pode fazer com que as crianças também participem e entrem na história ali contada, que geralmente são caracterizadas através das músicas e dos diálogos dos personagens. Desse modo, tivemos a oportunidade de sentir e perceber de perto a importância que é de se trabalhar com as crianças contos a partir do uso dos fantoches.
Inicialmente foi contada uma historinha para as crianças com o uso dos fantoches. Aproveitando a influência marcante dessa atividade, foi trabalhado um mural sobre a mesma história. As crianças pintaram e ornamentaram um mural e montaram com dobraduras e massinhas de modelar a história da Borboleta Azul e a lagarta verde. Aproveitamos a oportunidade e também trabalhamos noções de cores e interpretação do texto.
Em seguida, chamamos a frente algumas crianças para recontar a história aos colegas.  E muitos, com desenvoltura, recontaram sem pestanejar; enquanto outros, mais tímidos, contavam do seu jeitinho o que se passou com a borboleta azul e a lagarta verde.
Essa atividade faz parte do projeto “Poesias” e conta com a participação de todos os pibideiros que atuam na Escola Luíza Ferraz. É um   trabalho coletivo que acontece no pátio da escola, antes das crianças entrarem em sala de aula. Isso tem ajudado a interação tanto das crianças, quanto dos colegas do Pibid e da supervisora Raelma Santos, que idealizou essa ação que vem proporcionando outras vivências significativas nas e para as intervenções dos pibideiros.  

Por Jemimah Dallet e Reinaldo Santos

sábado, 1 de agosto de 2015

O PAPEL DO ORIGAMI (DOBRADURAS) NA EDUCAÇÃO INFANTIL




O cotidiano da escola de Educação Infantil é permeado por várias práticas que visam o desenvolvimento da criança, dentre elas destacamos o fazer artístico, onde a criança vivencia diversas linguagens, ampliando a percepção, o raciocínio lógico, sensibilidade, a cognição, a motricidade e a imaginação.
No que diz respeito à Arte na Educação Infantil o Referencial Curricular para Educação Infantil (RCNEI) ressalta que as Artes são linguagens e, portanto, uma das formas importantes de expressão e comunicação humana, o que por si só justifica sua presença na Educação Infantil.
Partindo desse pressuposto, procuramos trabalhar com a arte do Origami (dobraduras). Origami é a arte tradicional japonesa de dobrar papéis. Trata-se de uma forma de representação visual/escultural, definida principalmente pela dobradura de papéis. Segundo Genova (2008), o Origami é uma forma de expressão. Quem manipula o papel abre uma porta de comunicação com o outro, além de valorizar o movimento das mãos, estimular as articulações e o cérebro. 
Propomos, então, trabalhar com a confecção de um cartaz previamente feito com o poema As Borboletas de Vinícius de Moraes, onde as crianças usaram a técnica da dobradura para ornamentação do mesmo.
Através da realização da atividade, notamos que algumas crianças não tinham o domínio dessa arte em comparação com outros colegas de classe. Sendo assim, realizamos as devidas intervenções e constatamos um momento muito importante na aprendizagem das crianças pelo envolvimento que elas demonstraram durante a atividade.
Enfim, foram momentos muito significativos para nós bolsistas e para as crianças. Temos a certeza que momentos assim tornam o aprendizado muito mais prazeroso e significativo.



Por Nilson Cirqueira e Adnalva Nobre

Referencias:

BRASIL. Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. Brasília: MEC / SEF, 1998.3v.:il
GENOVA, C. Origami, contos e encantos. São Paulo: Escrituras Editora, 2008.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

A CRIANÇA E A COORDENAÇÃO MOTORA FINA

Atividade de pintura com as mãos

As atividades de intervenção desenvolvidas no Centro de Educação Infantil Professora Luiza Ferraz tiveram como eixo trabalhar a coordenação motora fina das crianças.
A coordenação motora fina é a capacidade de realizar movimentos cada vez mais precisos e apurados. A regente ficou bastante satisfeita com a nossa iniciativa, uma vez que ela pretendia investir nessa aprendizagem fundamental para as crianças da pré-escola.
A criança se envolve diariamente realizando movimentos de coordenação de motora fina, quando se têm a oportunidade de vivências significativas. As atividades artísticas proporcionam muito prazer ás crianças, sendo assim, favorecem o desenvolvimento da coordenação motora fina.   Portanto, decidimos planejar atividades que envolvessem o desenho, a colagem, a pintura, o movimento, bem como a interação entre as crianças.
        Propomos, então, a confecção da árvore das vogais.  As vogais foram impressas em letras grandes e em papel crepom.  As crianças produziam pequenas bolinhas, colavam na letra de papel crepom e, no final, colavam em uma árvore que confeccionamos com papel madeira.  A partir dessa intervenção, estimulamos as crianças a expressarem o que mais lhes chamaram a atenção e os sentimentos e as sensações provocadas, em relação às cores, o traçado, o efeito da colagem, a qualidade do recorte.
       Comprovamos como é importante realizar atividades que ajudam as crianças a confiar na capacidade que as mesmas têm em produzir, despertando a criatividade e permitindo que expressem, através da sua produção, suas emoções. Percebemos também, como as crianças gostam de apresentar suas produções artísticas - desenhos, colagens e pinturas.
É importante registrar também, como a utilização dos recursos - tesoura, cola, lápis de cor, giz de cera, tintas, revistas para colagem e massinha de modelar contribuem no alcance do objetivo esperado de trabalhar a motricidade fina das crianças.

Finalmente, foi um trabalho prazeroso, com resultados significativos para as crianças, pois atividades que envolvem a motricidade contribuem para o desenvolvimento infantil, ampliando a aprendizagem das crianças.

Por Vânia Moreira e Luana Silveira

terça-feira, 7 de julho de 2015

O PIBID NO CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL LAUDINEI SILVA NASCIMENTO

O PIBID marcou presença e deixou marcas positivas no primeiro semestre de 2015 no Centro de Educação Infantil Laudinei Silva Nascimento. Os projetos desenvolvidos pelos bolsistas foram de fundamental importância para o aprendizado das crianças, contribuindo, também, na reflexão sobre o papel de todos os envolvidos no processo de ensinar e aprender, dando um novo sentido ao que é trabalhado na escola.
As atividades planejadas e desenvolvidas por cada dupla de bolsista em sala de aula, envolveram conteúdos referentes a: movimento e musicalidade, literatura infantil, gênero, raça e ludicidade. Já se pode observar a relevância de cada intervenção em sala de aula e no espaço escolar como um todo. Os frutos colhidos ficaram claros não só no encerramento do semestre, mas ao longo do seu desenvolvimento no semestre.
Os relatos dos professores que receberam os bolsistas em sala de aula, refletem a importância do programa para a unidade escolar.  O que se espera é a continuidade do mesmo, visto os resultados significativos, de acordo com a avaliação dos professores, no desenvolvimento dos alunos em relação ao que é proposto como intervenção didática.

Casamento na roça, apresentado pelos bolsista na festa junina

Além das intervenções realizadas em sala de aula, com objetivos claros e coerentes com a realidade, o PIBID é um forte aliado da escola em todos os âmbitos da instituição. A presença dos bolsistas, marcam muito a rotina escolar de toda quarta-feira. Os alunos, funcionários e professores já aguardam a “novidade” do dia. Eles sempre nos surpreendem a cada encontro, pois encontraram nos projetos desenvolvidos pela escola um espaço para participarem, contribuindo sempre de forma lúdica e significativa.

Rodinha de leitura - Turma do Pré I

Constatamos, portanto, um saldo super positivo da relação Escola/Universidade e esperamos colher frutos ainda melhores no 2º semestre, que já vai começar! Acreditamos que a continuidade do Pibid, seja a porta para reflexões no âmbito educacional, profissional e pessoal, pois vários desdobramentos são realizados neste sentido, não só na escola em que atuamos, mas em nossos encontros semanais, presenciais e virtuais. 


Por: Débora Almeida Guimarães - Supervisora da Escola Laudinei Nascimento

A SIGNIFICÂNCIA DO CONTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Rodinha de leitura: contação de história com a caixinha kamishibai - Tuma do Pré II

A Literatura Infantil é de extrema importância para o desenvolvimento da criança, pois possibilita a sua inserção no mundo do imaginário e do prazer, favorecendo o conhecimento de si mesma. Segundo Paço (2009) os gêneros literários são caracterizados por meio do pensamento, interpretações, gestos, oralidade, grafia, narrativas e sons que levam a criança aos jogos dos sentidos.
Por meio das observações realizadas em sala de aula, percebemos a necessidade de uma participação maior das crianças durante a contação e a leitura de gêneros literários, pois entendemos que é de fundamental importância envolver a criança durante a realização dessa atividade.
Através do Kamishibai, originado no Japão e considerado como teatro de papel, em que se apresentam apenas imagens e a história é desenvolvida pelo contador, planejamos uma maior participação das crianças. Escolhemos, portanto, o conto “Elefante Cor de Rosa” com imagens bastante interessantes.
Durante a atividade, tiveram a oportunidade de participar, indicando qual seria a próxima cena e cada uma pôde expor o que imaginava, favorecendo a socialização entre as crianças e o desenvolvimento da oralidade. Em seguida, ilustraram as imagens e ficaram contentes e envolvidas com a realização da atividade, interrompendo-a para expor aos colegas a sua ilustração. No entanto, isso ocorreu de modo instantâneo, pois mesmo tendo como intuito que elas se sentissem participantes na realização da história, não tínhamos pretensão que estas indicassem as imagens que haviam pintado, mas que apenas se envolvessem na contação do conto.
Desse modo, percebemos que quando possibilitamos o envolvimento das crianças e planejamos atividades significativas, estas se dispõem a participarem da ação, sem que haja a necessidade de “obrigá-las”, pois, segundo o artigo 4º das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (2012 a criança é considerada como:


Sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.


Por: Angélica Santos e Rejane Pereira